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domingo, 10 de maio de 2026

O Conhecimento Que Leva a Unidade

 CONHECIMENTO QUE NOS LEVA A UNIDADE

 Doutrina da Mensagem

 

 

PALESTRANTE: IR. ROSENDO

LOCAL/REGIÃO: JUNDIAÍ – SP

DATA DA PALESTRA: 18/07/2010

 

 Sião! Ó Sião! Nem sol, nem luz lhe haverá.

Mas o Cordeiro bendito, a Glória do Altíssimo, te iluminará.

Sião! Ó Sião! Pátria querida de amor.

És a mais bela edificação

Em ti, não há pranto e nem dor.

Sião! Oh Sião! Nem sol, nem luz lhe haverá.

Mas o Cordeiro bendito, a Glória do Altíssimo, te iluminará.

Amém. Graças a Deus.

 

[IRMÃO ROSENDO] - Somente crer!

Senhor Deus, amado Pai, é no nome de Jesus Cristo, que estamos mais uma vez reunidos Senhor. Te louvamos e Te bendizemos com as nossas vidas, com os nossos lábios, com o nosso louvor, com tudo o que somos, Pai, entregamos a Ti nesta hora, pedindo a Tua bênção, pedindo a manifestação do Teu Espírito Santo em nossas vidas. O perdão dos nossos pecados, dos nossos malfeitos, e que possamos nesta hora achar a ajuda necessária na Tua Presença para vencermos os desafios, as lutas que temos que enfrentar no nosso dia a dia.

Cada uma dessas pessoas que tem se deslocado de seus lares e tem vindo até aqui, que todos possamos nos alegrar uns com os outros na Tua Presença, e que a graça do Senhor nosso Deus possa estar sobre as nossas vidas, e que o nosso entendimento seja cada vez mais aberto para compreender a Tua Palavra, que o entendimento da Escritura vem a nós pelo Teu Espírito, Senhor, e que o Senhor mude os nossos desejos, e só assim nós poderemos ter o nosso prazer na Lei do Senhor, e na tua Lei meditar de dia e de noite.

Sabemos que isto está além dos nossos sentidos, Pai, porque os nossos sentidos tendo contato apenas com o mundo, com isto jamais poderemos nos aproximar do Senhor, a menos que inclinemos os nossos ouvidos, e nossa atenção, para ouvir a Tua Palavra, e deixar isto penetrar pelo sentido do corpo para entrar até à alma e assim instalar no centro do nosso ser, no nosso interior, e que, para que a fé de Jesus Cristo possa controlar as nossas ações, as nossas vidas, no nome amoroso de Jesus Cristo, nós oramos e Te pedimos, amém, amém.

Boa noite a todos vocês. É bom estar convosco mais uma vez aqui na cidade de Jundiaí, e eu quero convidá-los para ficar de pé, para lermos uma Escritura na Epístola de Efésios. Efésios, capítulo 4, nós vamos ler apenas o versículo 13. Efésios 4, versículo 13 está escrito:

Até que todos cheguemos à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, à medida da estatura completa de Cristo;

Vocês acharam atrasado?! Vamos ler outra vez? Vamos ler junto, vocês que acharam.

Até que todos cheguemos à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, à medida da estatura completa de Cristo;

Amém. Podeis sentar. Bem, nós tivemos alguns cultos recentes que alguns dos irmãos aqui não puderam estar, não puderam estar presentes, e nesses cultos nós focamos nossa atenção para o capítulo 17 do Evangelho de João, e tivemos, creio que, quatro reuniões sobre aquela oração sacerdotal de Jesus e aprendendo o que é a vida eterna. Já que todos nós sabemos que vida eterna é viver para os outros, então nós temos que adquirir esta vida eterna e Jesus ali nos dá dicas preciosas de como alcançar isto.

E esta forma de alcançar esta vida eterna é através de um conhecimento. Na sua oração, Ele disse: Que Te conheçam a Ti só, como o único Deus verdadeiro e a Jesus Cristo a quem enviaste”. E Ele disse que isto era vida eterna. E a vida eterna é esta, que conheçam a Ti”, não é? “como Deus verdadeiro e a Jesus como enviaste”. Então, é, nós encerramos um pouco aquela parte, e, a partir de então, nós estaremos falando, tanto para vocês aqui, como, como para os irmãos ali no tabernáculo, a respeito desta, deste conhecimento que traz uma unidade no Espírito, porque a oração de Jesus lá em João 17 foi para que todos fossemos um com o Pai, assim como Ele também o era.

Então por isso nós vemos aqui em Efésios, capítulo 4, versículo 13. Porque uma vez que nós sabemos o trabalho desempenhado por nosso Senhor Jesus Cristo, e recebemos através disso entendimento sobre Deus mesmo, nós recebemos por causa disso, nós somos beneficiados por causa disso, a tal grau, a alcançar tal estatura a ponto de chegarmos à uma compreensão total, todos, alcançando então, a unidade da fé.

Vocês conhecem muito bem estas Escrituras que nós lemos e vamos continuar estudando aqui em Efésios 4, nós vamos ler um pouquinho mais, e eu quero que vocês percebam uma coisa nessa parte de Efésios, capítulo 4, versículo 13, onde diz que, ao chegar a unidade da fé, ao homem perfeito. E este homem perfeito, é, em alguma tradução da escritura está “a varão perfeito”, varão perfeito, e foi com base nisto que o mensageiro de Deus pregou um sermão sobre a estatura de um homem perfeito.

E ele mostrou essa estatura de homem perfeito, como alcançar essa estatura, e ele fez uma, vamos dizer assim, uma ligação com a carta de Pedro, onde mostra as sete naturezas, ou as sete virtudes, do Cordeiro: de fé, virtude, conhecimento, paciência, piedade, amor fraternal, e com isto ele desenhou os sete degraus, não é, que temos que alcançar para ser, alcançarmos esta maturidade, ou alcançarmos esta estatura de Cristo. Uma vez que você alcança a estatura de Cristo, você adquire o conhecimento que o Filho de Deus tinha.

O interessante é que aquilo que Jesus sabia, o conhecimento que Jesus tinha, Ele desejou e fez todo o seu trabalho para que todos nós tivéssemos também o mesmo conhecimento, por isso tudo que o Pai lhe ensinou, Ele falou, Ele disse, Ele explicou, e deu instrução aos seus discípulos para que eles levassem este conhecimento adiante. Tanto é, que na oração de Jesus, de João 17, quando Ele faz menção de toda esta unidade, Ele faz aquela oração na presença de todos, vê?

Não era aquela oração que Ele fazia a sós ou dizia para dois ou três: "Fiquem aqui que eu vou ali adiante orar". Não, Ele orou de forma conjunta, coletiva, junto com todos os outros, e as palavras que Jesus estava orando ao seu Pai foi ouvida pelos outros discípulos. E naquela oração, Ele deixou bem claro, bem evidente, que Ele não tinha feito outra coisa com os discípulos, a não ser passar para eles a palavra do seu Pai: "Eu dei-lhes a Tua Palavra, e eles a receberam. E por isto o mundo os odeia”. Veja, porque ao receber esta Palavra de Deus, nosso Pai, você então se identifica com esta Palavra e procurará viver diferente das pessoas que não têm esta Palavra. 

Porque você só fala, na realidade, o idioma que você aprende, você recebeu o dom de língua, não é? Então, está aí, quanto mais você conversa, você fala, mas teus filhos, teus pequeninos, eles vão prestando atenção nas palavras e vão associando, e vão associando as palavras com um objeto. Ele diz: "Me dá o copo. Pega o copo”. Então, ele já sabe que pegar é quando ele estende a mão, e, porque ele vê você fazendo e ele associa a palavra “copo” com aquele objeto. E dali por diante, ninguém mais vai dizer que aquele copo é uma jarra ou, ou é um sofá ou é uma cadeira, porque ele associou a palavra ao objeto.

Então você percebe que a palavra em si, por ela ser invisível, por ela é, ela não teria nenhum valor, se não houvesse o objeto para mostrar a evidência daquela palavra. Vê? Por isso que você vai ao significado da palavra, o que quer dizer tal coisa, ou você não saberá o que aquilo está dizendo. Então, quando você fala “Deus é a Palavra”, então como Deus que é a Palavra poderia ser visto e ser manifestado se não houvesse o objeto para que você pudesse tocar e dizer: “Isto aqui é Deus”? E este objeto, o corpo físico, que pode ser tocado e apalpado, foi o do nosso Senhor Jesus Cristo, no qual a Palavra de Deus em plenitude se manifestou.

Então, você vai associando a palavra com o objeto. E até mesmo nos primeiros dias de aula, o que é que os professores fazem? Eles deixam você desenhando as coisas, eles desenham um cacho de uva, um cachinho de uva lá, no livro, e coloca o nome, não é? E você aprende, e você começa a associar aquelas três letras, uva: "U v a vá". Era assim que a gente soletrava, não é, fazia essa, "uveavá." Ok. Uva. Então, a professora colocava lá um elefante, colocava o cachinho de uva e colocava o nome uva aqui, elefante ali, e mandava cruzar, não é? Já pensou, colocar o nome uva direcionado para elefante? Hã? Se tivessem me ensinado que o nome daquele, daquele animal era uva, eu saberia aquilo durante todo o tempo, vê?

Agora, se é ensinado correto, aquilo não vai mudar nunca. Você fica velho, cai um dente, mas você sempre vai associar a palavra àquele objeto. O que você aprende com o passar do tempo são designações diferentes, o que é a uva, como ela é produzida, é, o sabor que ela tem, isto é apenas um exemplo para que vocês possam compreender o que Jesus nos trouxe. Mudando, então, o nosso entendimento, nos colocando a Palavra, identificando o Objeto em questão, vê? E, e depois disso, à medida que você vai crescendo na fé, Ele vai expandindo mais teu conhecimento. Ele não te dá uma nova revelação, Ele acrescenta a parte que você ontem não podia saber, Ele te acrescenta hoje.

E isto vai continuando até que todos nós cheguemos ao conhecimento, o pleno conhecimento que o Filho de Deus tinha. Ele não pregou tudo de uma vez, Ele passou três anos e 6 meses dando instrução, e depois disso, como William Branham falou, Jesus também disse em outras palavras: “Eu tenho dito apenas o, vamos dizer assim, tenho tocado nos pontos principais”. Não é assim? Foi assim que William Branham disse, ele pregou sobre os Selos e disse: “Eu estou tocando nas partes principais”. Porque ele sabia que com o tempo o Espírito Santo iria nos instruindo. Jesus fez a mesma coisa: “Quando vier o Espírito Santo, Ele vos guiará em toda verdade, vos fará lembrar de tudo aquilo que eu vos tenho dito”. Vê?

Você percebe que depois de Ele ter explicado as coisas por três anos e meio, só depois foi que Ele abriu o entendimento para eles entenderem. Uma vez que eles tiveram o entendimento aberto, então toda a Escritura que tinha sido citada e falada e demonstrada para eles, eles começaram a fazer a ligação de palavra com o objeto. “Então isto é o cumprimento disso, isso é aquilo”. Quando você não tem isto e não tem uma instrução correta, então você aponta o nome na direção ao contrário, é a mesma coisa, a nuvem, se aponta para o cordeiro, quando na verdade aquele Deus é, é a manifestação de Deus mesmo. Isto é por causa do aprendizado que não está bom, que essas coisas acontecem.

Tudo bem. Aqui diz: “Até que todos cheguemos ao conhecimento do Filho de Deus, a homem perfeito, à medida da estatura completa”, quer dizer, a plenitude de Cristo. Agora, na verdade, esta declaração do apóstolo Paulo é uma declaração complexa, um pouco complexa, porque Paulo está nos dizendo aqui, que, o que ele está nos dizendo é que há vários pontos nesta declaração que nós precisamos considerar. Veja bem, até que todos cheguemos”, então existe um grupo de pessoas que Ele chamou de “todos”, todos. Então, não é eu chegar e você chegar e o resto não chegar, mas todas, todos os filhos de Deus terão que chegar a este conhecimento.

Um irmão me ligou recentemente e disse que teve uma, uma conversa com seu filho com mais um irmão e tal, e ele falando sobre a forma de entendimento, que temos que entender, para poder ver as coisas, ver significa entender, aquilo sobre o qual está falando, não é? Ok. E seu filho disse: "Pai, tudo bem, o senhor tem uma boa compreensão, o senhor compreende as coisas, tem um bom entendimento, mas e aqueles irmãos, que, que, simples, que não tem um bom entendimento? Como é que eles vão entender destas coisas?" Aí complica, não é? Porque senão somente quem, quem fosse, quem tivesse um bom linguajar, uma boa retórica, quem, é, é, um bom, que foi bem alfabetizado era que iria para o céu.

Mas o céu também é para os humildes, para os simples, para o que não sabe escrever seu próprio nome, para quem não sabe ler nem escrever. Sim, o céu também é para essas pessoas. Agora, se você tem uma congregação ali, dezenas de pessoas, ou não sei, ou centenas de pessoas, e ali três ou quatro se destacam, e entende, compreende, e o resto fica apenas sendo levado pelos outros, o que vamos fazer com essas pessoas? "Ah, mas eu não entendo". Mas as pessoas não entendem por quê?

Elas têm preguiça de ler, elas têm preguiça de ouvir, elas têm preguiça de se aplicar ao conhecimento, porque elas estão esperando um passe de mágica. Estão esperando um, um, um, um duende verde, sei lá, estão esperando aí uma, a fadinha do dente de leite, não é? Fazendo, com a sua varinha fazendo ali uma, uma mágica para de uma hora para outra elas compreenderem tudo. Ora, por que foi que os discípulos tiveram seu entendimento aberto? Porque, durante um período de tempo, eles se aplicaram às palavras de Jesus, e eles perguntaram, eles queriam saber. Então, quando chegou o momento próprio deles amadurecerem nesse conhecimento, foi lhe dado isto.

Agora, quando você vê as pessoas não se preocuparem com este entendimento, a não darem valor a isto, ao que está estabelecido na Palavra, ao que Deus está explicando, mostrando, nos mostrando com toda seriedade, de que temos que nos aplicar a isto, e as pessoas se tornam preguiçosas a cada dia, e estão aptas para entender sobre tudo deste mundo, mas sobre as coisas de Deus elas não conseguem, elas não saem do campo, fica patinando sempre, o que vamos fazer com essas pessoas? Hã?

Bem, possa ser que estejam ali apenas para dar sustentação às outras, porque a palha, ela é usada por um bom tempo para dar sustentação à semente. A semente precisa da palha, mas chega o momento que uma vai para um canto, a outra vai para o outro. E as pessoas estão pensando que o que é ser salvo, o que é receber esta salvação, o que é receber esta vida eterna?! Foi perguntado, vocês estavam no culto, foi perguntado, foi feita a pergunta para o irmão Kocourek, a respeito do último eleito, e o, está gravado isso, a resposta que ele deu, eu achei aquilo muito interessante, ele disse: “Até que o último entre e seja treinado”. E seja treinado.

E por que estou vos lembrando isto? Porque existe um grupo de pessoas, e nenhum vai entendendo mais que o outro, vê? Alguns têm a mente mais esclarecida, um vai um pouquinho mais adiante, porém, todos, a parte que recebe, eles recebem total e completa em plenitude, eles creem naquilo, eles não levantam polêmica, eles não combatem Bíblia com Bíblia, eles não combatem Mensagem com Mensagem, eles não discutem, ele não discute o assunto, o que ele quer é aprender a se alimentar disso. Ele não tem inveja de quem já descobriu, de quem já sabe, ele também quer seguir no mesmo caminho. Alguns vão lá na frente a quilômetros de distância, outros vão atrás, porque, mas todos têm que chegar ao completo entendimento, o mesmo entendimento que estava em Jesus Cristo tem que estar em todo o membro do corpo de Cristo, vê?

Porque é o mesmo sangue que irriga teu dedo, irriga tuas unhas, teu cabelo, tudo. Você corta agora, daqui a poucos dias tem que estar cortando de novo. Você corta uma vez por mês, ou é duas vezes? O cabelo? Uma vez por mês. Às vezes, eu corto de vinte em vinte dias, vê? Mas, puxa, tem sangue irrigando cada parte do nosso corpo, cada, cada célula, é o mesmo sangue, vê? A mesma vida. A mesma vida de Deus tem que estar fluindo no completo corpo de Cristo, então todos têm que chegar a esta medida de fé. E a medida não é a minha, não é a tua, é a mesma medida que estava em Jesus Cristo, a mesma Revelação que ele tinha de Deus, o seu Pai, vê?

Ok. Por isso eu disse que há muitos pontos polêmicos aqui que nós precisamos analisar. Para entender um pouco isto, vamos voltar para o versículo 1 de Efésios 4, e temos que voltar alguns versículos para ter uma melhor compreensão do que Paulo está tratando, de nos dizer aqui. Efésios 4, versículo 1:

ROGO-VOS, pois, eu, o preso do Senhor, que andeis como é digno da vocação com que fostes chamados,

Certo? Notem uma coisa, que Paulo aqui, ao fazer este rogo, a este pedido, a implorar isto para quem lesse sua carta, ele, ele chama a si mesmo de preso, preso do Senhor. Foi nos anos sessenta e três, William Branham pregou um sermão baseado nisto, “Paulo, Prisioneiro de Cristo”. E eu creio que foi naquele mesmo culto, ou antes ou depois, que ele batizou o irmão Lee Vayle em nome do Senhor Jesus Cristo. É que eu estou fazendo aqui uma, uma comparação de datas, não é? E foi nesse sermão. Mas, apenas para lembrar.

Aqui Paulo está dizendo: “Eu sou o preso, prisioneiro do Senhor”. E agora, esta palavra "preso" que ele usou aqui para designar a si próprio, vem de uma palavra grega que a pronúncia seria: "Desmios". Mais ou menos assim a pronúncia. E o significado dessa palavra, quer dizer: "Eu estou, eu estou fechado, eu estou aprisionado”, ou cativo. “Eu estou cativo”, em outras palavras, “não sou livre”. E, é um paradoxo essas coisas, é um paradoxo isto. Porque, como pode você ser prisioneiro e livre ao mesmo tempo? Não é?

Paulo nos diz que ele é um preso, um prisioneiro, mas ele não está dizendo isto como se ele tivesse feito alguma coisa errada, como se ele tivesse feito alguma coisa má e por isso está em prisão. Porém, o que ele está aludindo aqui, é que ele tem sido pego pelo Senhor, quer dizer, caiu na malha de Deus, não é? Caiu na malha de Deus. E ele está em cativeiro público. Aquilo que Deus disse, em todos os lugares onde ele vai, em cada repartição que esta pessoa for, em cada ambiente que ele estiver, seja com qual tipo de pessoa que essa pessoa estiver, no entanto, ela está presa.

Porque os outros podem tudo, fazem o que bem entender. No entanto, este que está preso em Deus, diz: “Olha, eu até poderia fazer isto também, mas isto não me convém fazer. Ninguém está me pedindo de fazer isto, porém, não me edifica, não traz edificação para mim”, não é? Veem? Qualquer um pode, pode chupar o limão azedo que for ou comer a pimenta ardida que for, eu não vou nisso. Gosto de pimenta? Não. Só o cheirinho dela, aquela coisa que fica só aquele gosto para você saber que tem ali, mas outros comem ela toda. Eu já vi pessoas encher a mão assim de pimenta e comer. E se, é?! Se desse para ver ao longe, era só via o fogo saindo pelo nariz, não é, e pela boca. Ok, mas para mim, não, não me faz bem. Não me faz bem, não gosto. Tira, para mim tira o gosto da comida.

Então, é a mesma coisa com as pessoas que fazem o que bem entendem aí fora no mundo, e você diz: “Olha, eu poderia fazer isso também. Porém, isto não me edifica, não acrescenta nada à minha pessoa, isto não vai me levar adiante para onde eu quero ir, isso só vai me fazer andar de costas, andar, marcha ré”, vê? Então, não dá certo. Então, este prisioneiro é assim, é, você é um prisioneiro público, porém, você está ligado àquilo que Deus faz. Então, esta palavra “preso” que Paulo usa, ele, ele está ligado, ligadura. E ele, mas ele está ligado com aquilo que Deus faz, com aquilo que Deus diz, vê? E por isto ele se sente livre para decidir, “eu faço isto, mas isso eu não faço, porque eu tenho uma ligadura com Deus, eu estou preso pela palavra”.

Então, o seu foco inteiro não está no mundo, nem nas coisas do mundo, porém naquilo que Deus faz, na obra de Deus, no trabalho de Deus, e você percebe isto quando você lê os versículos, os versículos seguintes que vem depois disso. Então, ele pode proclamar seriamente ser um cativo do Senhor, ser um prisioneiro de Deus, ser, estar ligado, este ligado é encerrado, liga, porque isto vem da palavra "ligadura", ligadura, não é? Onde, onde já viu uma múmia toda enfaixada? Aquilo são ligaduras. E o filho de Deus está assim, ligado em Deus assim, ligado pela Palavra, vê?

Então, ele estava encerrado, ligado naquilo que Deus faz. E, quando uma pessoa se sente assim, ele declara isto para os demais como um rogo, como um pedido: “Eu rogo”, é aqui que você está lendo o versículo 1: “Rogo-vos, pois, eu, o preso do Senhor”, vê? Rogo-vos. O que quer dizer: “Eu estou vos exortando”, é uma exortação, este rogo, exortando, viu? Ele está exortando, para que vocês se alentem nisso, se despertem a isto. E o despertamento que ele está nos exortando, para o qual estamos exortando é: “Ande, ande, de uma forma digna da vocação com que fostes chamados”.

Então, existe uma vocação, e esta palavra “vocação” você poderia entendê-la melhor como um chamamento. Vê? Então, a vocação com a qual fostes vocacionado, ou, “há um chamado de Deus para você”. Se Deus não tivesse te chamado, você jamais atenderia algum pedido, ou, vamos dizer assim, alguma ordem de Deus. “Adão, Adão, onde estás?” É Deus que busca o homem, você já sabe. Não é o homem que busca a Deus. Então, há, há uma vocação, você foi vocacionado em Deus, e por isto, quando chega o momento certo na tua vida, você percebe este chamado, você sente esta sua ligação com Deus, e essa ligação com Deus te instrui a realizar algo, a fazer alguma coisa.

E, quando você se posiciona, se posiciona a fazer isto que você sente de Deus em fazer, então você percebe que você foi chamado para realizar um trabalho. E esse trabalho, dentro do corpo de Cristo, não é outra coisa, a não ser, ser uma ajuda, ser uma bênção para os demais, para as demais pessoas, ou para os demais membros deste corpo, vê? Não importa a circunstância onde você vive. Então, há uma vocação com a qual você foi chamado, e se você sempre foi chamado para essa vocação, você tem que andar de uma forma digna, ou de acordo, ou à altura daquele chamamento.

Perceba que ele está dizendo aqui: você tem um chamamento? Você acha que Deus te chamou para fazer alguma coisa, para fazer parte do corpo de Cristo? Então, o seu andar, o seu andar tem que ser conveniente a esta chamada, tem que convir com esta chamada, vê? Você tem aqui "chamada" ou "vocação", não é? E você coloca dois traços, não é? "Igual". É "igual"? Dois tracinhos? É isso? Igual, meu andar, meu comportamento, meu linguajar, meu traje, minhas atitudes. Por que isto? Por que todos esses itens? Porque eu tenho uma chamada. Veja, porque eu tenho uma chamada.

Interessante, na leitura que nós fizemos ontem, é, o que citamos ontem, o irmão Branham falando em um dos seus sermões, ele disse: "Você não vai", a expressão que ele usou, porque estava falando da Noiva, que não passa pela tribulação; a igreja passa, a Noiva não, porque ela já é purificada, não é? Ela já entra, ela já está salva, limpa, purificada. E o irmão Branham disse assim: "Você não vai purificar uma, uma, uma moça primeiro para poder casar-se com ela. Você procura que ela esteja pura antes”. Vê?

Ok. Então, tudo isto aqui, eu tenho um chamado de Deus, e aqui eu tenho essa sequência de itens. Tem que ser de acordo com a minha chamada. Agora, quando você não crê que tem uma chamada de Deus, ou, vamos dizer assim, acha que não tem nenhuma chamada, ou não tem nenhuma esperança disso, e, por não ter esperança, Paulo disse: “Vive como os demais que não têm esperança”. Veja. E o que é a esperança? Que é essa expectativa, de um futuro, de um amanhã, aquilo: “Porque Ele vive, eu posso crer no amanhã”. 

Então você não está olhando apenas no dia de hoje, no que você é hoje, no que você tem conseguido fazer hoje, por que o que você conseguiu fazer hoje? Você sempre está na esperança de amanhã agradar melhor a Deus do que agradou hoje, vê? De amanhã poder fazer algo mais, de amanhã poder se aproximar mais de Deus, e você, e é dito para que a cada dia você confirme esta fé, confirme esta convicção que está no teu coração. Então, quando não se tem essa esperança, porque não sente o amor de Deus derramado em seu coração, que sempre falamos sobre isto, fé, esperança e amor.

Ontem eu voltei a lembrar isso para os irmãos, que primeiro a fé, que é a Revelação, quando você sabe que aquela semente ao colocar na terra, ela vai brotar, isto é fé, por que quem disse foi o lavrador que aquilo vai funcionar? É fé, isto é revelação. Então, ele coloca a planta no chão, e ele não vai ali a cada hora descobrir para ver se está nascendo. Não, porque a esperança, ela entra em ação, e ela espera, ela fica naquela expectativa, tem um período de tempo, dependendo da lavoura, dependendo da semente, é sete dias, é oito dias, ou seja, o que for. Ele não vai ali toda hora escavar a semente, porque ele vai matá-la. Então, a esperança tem que entrar ali em atuação, mas, a partir do momento que aquilo acontece, a semente começa a brotar, então entra agora o amor a agir, que é o cuidado por aquilo.

Agora, do que é que eu estou falando? Estou falando de um chamamento, de uma vocação, vê? E Paulo disse: “Nós não somos como os demais que não têm esperança”. E por que essas pessoas não têm esperança? Porque, em primeiro lugar, elas ainda não sentiram, não vivenciaram o amor de Deus. Este amor de Deus que é derramado no coração da pessoa, no entendimento da pessoa, pelo Espírito Santo, uma vez que isto é depositado lá, então aquilo vai brotar a esperança nessa pessoa.

Então, ela começa a ter essa expectativa, essa certeza: “Agora eu ainda não sou o que quero ser, nem o que devo ser, mas eu não sou o que era antes, porque o amor já foi derramado em meu coração, e esta, isto está brotando, e eu estou me alimentando a cada dia da Palavra, e a minha expectativa, a minha convicção, esperança, é que amanhã eu vou estar numa posição melhor do que hoje. E por isto, para que eu alcance essa posição, eu hoje me sento para aprender, eu hoje procuro meditar, eu hoje procuro orar, eu hoje procuro servir a Deus, porque eu sei que eu estou crescendo a cada dia nesta medida de fé”. Vê?

E o que acontece? Se você tem Revelação em seu coração, se a Revelação foi dada, então a esperança começa a trabalhar em você, e o amor procura cuidar disso. Uma vez que o amor procura cuidar disso, você percebe agora que está encaixado exatamente vocação e a lista de itens, de acordo com a vocação, porque você começa a cuidar das coisas, a cuidar de você, a se sentir responsável pela alma que terá que dar conta a Deus, estão entendendo? Isto não é tão complicado de entender.

Agora, o chamamento, se você tem um chamamento, seu andar, então, deve ser de acordo com aquele chamamento. Quando não se tem esta esperança, porque não se recebeu a Revelação da semente, que é a Palavra plantada em você, então não se tem nenhuma esperança para o futuro, e não se tem nenhum amor para cuidar disso, vê?

Agora, a palavra "digno" que Paulo usou aqui: “Que sejais dignos da vocação com que fostes chamados”, é, se usa, é, se traduziu esta palavra de uma palavra grega "áxios". "Áxios", que significa "apropriado", apropriado. Então, o que Paulo está nos dizendo é isto. Me... veja uma coisa, porque quando se fala de dignidade, você sabe que nenhum de nós tem dignidade nenhuma. Não há um digno qualquer. Quando você olha no livro de Apocalipse, o livro foi apresentado e toda aquela questão, e foi dito: “Quem é digno de desatar os Selos?” Não é? Ninguém. Ninguém era capaz, ninguém tinha dignidade.

Em outras palavras, ninguém era apropriado, esta é a palavra. Ninguém era apropriado, no entanto, Paulo está dizendo aqui que temos que ser dignos desta vocação, e como é isto? Ele está dizendo: “Que a tua atitude, a tua vida seja apropriada a isto aqui”.

Senão, Deus te chamou, Deus te, Deus, te vocacionou para algo, te chamou para algo, porém, você vive de uma forma, ou anda, ou caminha, ou interage, ou seja o que for, de uma forma inapropriada, onde as pessoas não poderão ver a carta ou a Palavra estabelecida em você, ou no teu coração, ou no teu entendimento, porque todo teu agir, teu linguajar, toda a tua vida está totalmente em desarmonia, em desacordo com a Palavra, então não está apropriado com o chamamento.

Se há um chamamento, se você crê que foi chamado para aqui na terra se manifestar como filho de Deus, então você precisa estar apropriado, andar de forma apropriada como filho ou filha de Deus, porque para começar temos que estar aqui como embaixadores do céu, embaixadores do Rei. Então ele disse: "Eu, eu estou, é, exortando vocês", não é? “Dando, vamos dizer assim, uma injeção de ânimo em vocês, para que vocês andem, para que andeis dignos”, ou, é, “em uma maneira apropriada, acerca da vocação com a qual vocês foram chamados".

Agora, irmão, existe vocação, não é? E logo existe uma palavra que poderia ser a contrário da vocação, a vocação, que se, poderíamos chamar como "distração", distração. E essa distração pode não ser um lazer, pode não ser uma coisa que te faça muito bem, não é? Eu quero entrar em detalhes nisso um pouquinho, para que não tenhamos isto confundido. Porque, às vezes, quando se fala em vocação, então, rapidamente, já se pensa no ministro, não é? Que tem uma vocação para isso, no sacerdote, aquela coisa toda, e você tem que saber que todos nós temos uma vocação, somos vocacionados para algo, e todos nós temos esses dois lados.

Temos aquilo que é a nossa vocação, e tem aquilo que você usa em paralelo que poderia, eu gostaria de usar outra palavra mais apropriada, mas eu não encontro agora, então vou chamar de uma distração, uma distração. E essa distração pode ser uma coisa que você nem gosta de fazer, porém, ela não é tua vocação, vê? Veja, uma vocação é inclinação, é uma inclinação. Você tem uma inclinação para aquilo como uma resposta a um chamamento, ou, quando alguém te chama para aprender um certo tipo de trabalho, poderia falar sobre uma carreira religiosa, uma chamada, ou um divino chamado para uma vida religiosa, e tal. Vamos pegar esse exemplo, que é o que mais usado, então esta pessoa recebeu um chamado para fazer aquele trabalho. Ok.

Em contraste a isto, nós temos agora a palavra que eu vou chamar ela de distração, vamos dizer assim, que é algo que se faz em paralelo a isso. E, quando você olha isto na Escritura, você vê que Paulo teve a sua vocação, e teve também a sua distração. E por que ele teve isto? Ele foi chamado por Deus para pregar o Evangelho, como uma luz para os gentios, ele foi chamado por Deus para ser apóstolo, para pôr o fundamento, não é? "Eu como um sábio arquiteto", ele se colocou nessa posição. “Fui chamado para pôr o sábio, para pôr o firme fundamento”, vê? A pedra fundamental, fé. Paulo foi chamado para fazer isto nesse corpo.

Ok, essa era a sua vocação, e ele disse: "Ai de mim, se não pregar o Evangelho". Quer dizer: "Ai de mim se não atender ao chamamento. Ai de mim se não atender o chamado de Deus, porque eu fui vocacionado para isso". Ele escreveu aos Gálatas: "Aprove a Deus desde o ventre de minha mãe me separar, me chamou, não é? Para o Seu Reino, para revelar Seu Filho a mim". E ele disse: "Não consultei carne e sangue", porque ele precisava da Revelação. E não é carne e sangue que revela, não é isso? Não é, não é, não é carne e sangue que traz a Revelação, é o próprio Deus. Então, ele disse: "Não consultou carne e sangue, mas me foi revelado pelo Espírito".

Então, observe, isto era a vocação de Paulo. Agora, por outro lado, nós podemos ver que ele, sendo o seu chamado para o apostolado, isso era a sua vocação. E ele, como apóstolo, ele sabia que tinha de andar de acordo com esta vocação, ou com este chamamento. Mas qual era outra coisa, a sua distração? Que ele fazia em paralelo a isso? Era fabricar tenda. Um trabalho normal. Ele fabricava tendas, ele construía, eu não sei que tipo de tenda que era, se era aquelas tendas de que os nômades usavam para, para se acomodarem pelo deserto, não sei como é esse tipo de tenda, não entendo muito disso, mas a Bíblia chama assim: fabricante de tenda.

Agora você percebe que não era exatamente uma, uma, a sua afeição maior, o seu dom maior, o que ele queria fazer. Mas ele desfrutava desse trabalho, ele fazia aquilo, e com aquilo ele podia fazer um dinheiro extra, extra, não é? A ponto para não chegar a ser pesado aos irmãos. E aquilo proporcionava para ele, vamos dizer assim, um conforto que ele desejava, que ele desejava obter. Queria comprar algo, ou comer algo e tal, e para que não, não dependesse tanto dos irmãos, ele tinha esse trabalho extra: fabricar tenda.

Mas, quando você olha a vida de Paulo, você percebe que o seu amor, que a sua inclinação, tudo estava voltado para o chamado, para a sua vocação, para a qual ele foi chamado. Essa outra coisa estava em segundo plano que ele não fez por toda a vida, que ele não fez por todo o tempo, ele fez num período, em um período de sua vida.

Bem, quando você não sabe qual é a sua vocação, não encontrou sua vocação ainda, você pena um bocado. Porque às vezes você é chamado para fazer uma coisa e está fazendo outra, vê? Às vezes você foi chamado, você tem uma inclinação, é, vamos dizer assim, naturalmente falando, por nascimento, por signo, seja porque for, a tua inclinação é para uma coisa, no entanto, você está fazendo outra por causa das oportunidades que você teve.

Se conta aquela história, não sei se foi em alguma mensagem que está, mas acredito que vocês já ouviram ela. Muito tempo atrás, comentava muito sobre isso, daquele, é, moço que era, era médico, não é? E quando ele saía da, do hospital, seu avental branco, não é, aquela coisa toda. E ele saía por ali, ele começava a admirar as construções. Vocês lembram dessa história, não é? Ou não? Não, irmã? Ele ficava admirando as construções, os prédios, a arquitetura, aquela coisa toda. Para ele, aquilo era o máximo, não é? Amanhecia o dia no hospital cuidando dos doentes, fazendo cirurgia, mas quando tinha uma oportunidade, ele ia para os lugares mais altos, para os prédios mais altos, para ficar admirando a arquitetura.

Por quê? Era o seu sonho desde pequeno ser arquiteto, trabalhar com arquitetura, com engenharia, porém, seu pai era um velho médico muito famoso e o seu pai desejava que ele desse continuidade a seu trabalho, não é, e colocou ele em faculdade de medicina e tudo que fez foi para ele fazer esse trabalho, vê? E ele fazia muito bem, porém, lá dentro, a sua vocação era outra coisa, vê? Agora, se você não estiver fazendo a coisa para a qual você nasceu para fazer, você nunca será feliz. Você só será realizado se estiver fazendo aquilo para qual você nasceu para fazer. 

E, como hoje... eu estava conversando com um advogado, a uns quatro dias atrás, e, e ele era um antigo padre, um antigo sacerdote, então bateu bem as ideias de nós dois, não é? Dois religiosos falando, conversamos muito. E ele disse que, eu perguntei qual era a sua área de atuação, se era família, se era vara de família, se era, algo assim. E ele disse: "Não, não, não. No meu tempo, quando eu fui formado, lá para os anos cinquenta, (não é?) não se tinha uma área específica. Eu trabalho em todas as áreas. Eu mexo com todas as áreas. Me colocam no processo civil, eu tenho que trabalhar nela, no criminal, na vara da família e em tudo, porque nós nos formávamos para advogado e tínhamos que entender todas as matérias. Mas hoje, foi se destrinchando para lá e para cá, foi se especificando, então cada um se... se forma em uma área específica”.

Foi o que ele me disse, não é? Então, às vezes, você faz um pouquinho de encanador, você faz um pouquinho de pedreiro e pega a colher, levanta uma parede meia torta ali e diz que é pedreiro, daqui a pouco conserta um cano de uma torneira, daqui a pouco está dando polimento em carro. Em tudo você mexe um pouco, porque se você não trabalhar em mais de uma profissão, hoje você passa fome. Vê? Se você não souber fazer mais de uma coisa hoje, você passa fome. É a história do, do gato e o cachorro.

Eu chamei a gurizada uma vez, fui contar uma história para eles, e parecia que estava contando a história mais séria do mundo, não é? A mais séria do mundo. A história do, do gato, do gato com um cachorro. Já vou contar isso para vocês, irmão Vicente? Não, não é? Ok. Às vezes as pessoas gostam dessas histórias, não é? Dessas historinhas. O cachorro, ele correu atrás do gato, porque queria pegar ele de qualquer forma. Aliás, o, o coelho, o cachorro e o coelho. Desculpem.

E, o cachorro estava com fome, queria de qualquer forma, o que encontrou foi o coelho e ele fez de tudo. Suou pela língua, não é? Cachorro suou pela língua, para pegar o pobre do coelho. Mas o coelho muito esperto, não é? Pulou mais rápido e entrou numa toca e ficou lá. E o cachorro ficou com aquele seu latido e rosnado, com os dentes arrancando a raiz, aquela coisa toda, mas não, não conseguiu cavar mais fundo, se aquietou. E o coelho, o coração já saindo pelas orelhas, não é? Pela boca, e: “Morri, morri, morri, morri!” E até que aquilo foi acalmando e ficou quieto, e acabou o cachorro.

Passou horas e horas, daqui a pouco, ele escutou um miadinho bem bonito: “Miau, miau!” E ele colocou as orelhas para cima, e disse: “O quê? Gato na área. Quer dizer que não tem cachorro. Porque se tem um gato aqui perto, o cachorro não está. Então eu posso sair”. O coelho mal colocou as orelhas de fora, o cachorro, bau, segurou. Disse: “Mas isso, isso é injusto, não era um gato? Você não mia, você late”. O cachorro disse: “Ah, meu amigo, hoje em dia, com essa globalização, quem não fala mais de um idioma passa fome”. Não é? Passa fome. Então, só apenas para distrair, descontrairmos um pouco.

Então, hoje você encontra a pessoa trabalhando em vários setores, em várias áreas, por causa disso, por causa disso. Advogado formado, mas trabalhando em administração de empresa, trabalhando, de, de assistente social, ou fazendo aí concurso público para trabalhar em qualquer área que apareça, vê? Por causa da competitividade. E se hoje você não se tornar apto e capaz, se você não se reciclar, não estudar, se você não procurar aprender cada dia mais, você vai ficar para trás e sempre estará lá embaixo, vamos dizer assim, na base, onde carregará todo o topo nas costas. Vê?

Porque só vai subindo para o topo, vamos dizer assim, desta, desta pirâmide, vamos pensar assim, não é? Só vai subindo ao topo, porque a verdade é isso. Veja, estamos falando de coisas tão naturais, mas para que você, quando falarmos das espirituais, você possa fazer uma, você colocar a palavra direto com a figura. O que temos em uma sociedade? Você tem aí uns, uns poucos, uma meia dúzia que é a elite, que é o topo, o enriquecimento, e você tem aqueles que são, estão abaixo, o abaixo, abaixo e no final, na largura toda da pirâmide, está ali todos os trabalhadores braçais, que levam todo aquele peso nas costas.

Então, é quem trabalha, é quem paga imposto, é quem faz tudo, e os outros já nem trabalham mais, apenas estão lá, tranquilo, o dinheiro somente entrando na conta. Vê? Agora, a medida, a medida que esses de baixo, é, não, não se conformam mais com a sua situação, e esse conformar não quer dizer brigar com todo mundo, ou querer derrubar a empresa, ou gastar, é, ou, vamos dizer assim, é: “Não! Vamos deixar isso jogado aí, vamos jogar isso fora, porque a firma é rica e eles tem muito dinheiro!” Não é assim que eles irão para frente. Só se tornaram piores dessa forma.

Se eles quiserem também alcançar algo mais, eles terão que aprender. Aprender e reaprender, tirar de para, tirar de letra muitos conceitos e preconceitos e tentar subir os degraus dessa pirâmide, vê? Não adianta reclamar, porque só ficou como lavadeira de roupa, ou como varredor de rua, ou como gari. Todas, já disse aqui para vocês, todas essas profissões, elas têm o seu lugar, porém, se você estiver feliz assim, tudo bem, mas se você não estiver conformado, então procure subir esse degrau, procure subir um pouquinho mais.

E à medida que esses vão subindo os degraus, não é? Claro, eles terão que mudar primeiro aqui na mente. Porque realmente quem ganha, realmente quem, quem obtém sucesso, não é quem está fazendo toda a força, não é quem está quebrando o asfalto de marreta. Quem está, é, é, é, vamos dizer assim, se dando bem, em outras palavras, ou obtendo sucesso, são pessoas que pensam. São pessoas que criam ideias e colocam aquilo em prática, mas para isso, eles tiveram que ter um estudo, que ter um aprendizado, que teve que ser aplicado nos livros. Mas as pessoas querem adquirir assim, esperando uma herança? Hã? Esperando que alguém dê para você? Não será dessa forma.

Agora, o que estamos dizendo agora com isso? Vamos levar para o nosso lado? O que eu comecei a dizer para vocês? Todos têm que chegar à unidade da fé. E como querem chegar nessa unidade da fé, que é o topo, por isso a pirâmide, ela começa assim, ela termina em cima um funil, não é isso? Agora, você sabe que estes, para trás, vão ficar para trás, esses outros vão ficar para trás, e isso vai afinando. A pirâmide, começa uma base muito larga, são muita, muita, muita gente que são chamados, porém, poucos escolhidos, somente aqueles que chegam ao último degrau, em cima. Vê?

Agora, esses que chegam no último degrau, onde está ali o nome Espírito Santo, você, acham que estes ficaram preguiçosos ou esperando pelos outros, que alguém trouxesse para sua boca? Não, eles foram à luta, eles se preocuparam, eles procuraram aprender, eles chegaram juntos, eles perguntaram: “Senhor, nos explica isto, eu não entendi esta parábola, por que tu falaste tal coisa?” Eles teriam de fazer analogias e ver no Antigo Testamento para saber o comprimento das coisas, e por isso foram chamados o topo, a pilastra de tudo, o topo, que conseguiram chegar no ponto chave. E aqui Paulo está dizendo que todos os outros filhos de Deus terão que chegar neste mesmo lugar. Amém? Aí que está.

Então, agora, observe, qual é teu chamado, qual é a tua vocação? O que você tem que fazer? Isto é o que você tem que descobrir. Deixe-me ler alguma coisa mais antes de encerrarmos. É, eu estava no versículo um, não foi? Versículo um? Tá. Então, até onde podemos ver aqui, o amor de Paulo primeiro estava em seu chamado, em seu chamamento, e por isso ele podia declarar que se sentia preso no Senhor e estava se sentindo muito bem com isso. E este “aprisionado com Cristo” não era por força, você não é forçado a nada.

Quando o amor de Deus é derramado em teu coração, você se sente livre, porque a Palavra te liberta e por amor você se liga a Ele, é a mesma coisa de um ligamento de um casamento entre marido e mulher, onde é dito, não é o pastor que casa, não é o padre, não é quem quer que seja, não é o juiz. É o amor que está entre eles, e eles ficam ligados um no outro. E isso significa o quê? Preso um no outro, preso. Cadeia do amor. É, exato, a cadeia do amor.

E o que acontece com você? Você abdica de todas as outras pessoas, de todos os outros homens, de todas as outras mulheres, porque você se liga, se prende a esta pessoa. E, isso tem que ser por amor, porque se não houver o verdadeiro amor naquilo, o mesmo verdadeiro amor humano, se não houver naquilo, você estará num problema muito sério, estará num problema muito complicado. Agora, com Deus, como é que é? Este amor que é derramado em teu coração te liga a Deus, você se sente preso, presa, a Ele, e você abdica daquilo que Ele não gosta por, por amor. Veja, por amor.

Agora, ele disse: “Eu rogo que também andeis dignos conforme a vossa vocação”. E logo, o apóstolo nos disse como caminhar digno dessa vocação. Tudo bem, porque vos disse “vocação”, e um, e uma lista de itens, não foi? Que é o nosso, nosso viver aqui, de acordo com a vocação. Então, Paulo nos diz como podemos andar de acordo, ou cumprir com estes itens. Versículo dois, aqui ele já começa a dizer:

2 Com toda a humildade ... 

Então já começa assim, viu? Versículo dois, de Efésios 4, não é?

2 Com toda a humildade ...

Ora, mais abaixo, nós vamos vendo esta humildade que Paulo fala, é, sobre a opinião que ele tinha sobre as coisas. E ele mostra que esta humilde humildade, num sentido mais profundo, é onde você se torna pequeno e reconhece que você não tem nenhuma capacidade própria, a ponto de ele dizer em outra parte: “A nossa capacidade vem de Deus". Como o irmão Branham nos ensinou, ele falou sobre um copo de água, um vaso com água e você coloca o dedo dentro – você coloca o dedo dentro, e quando você tira o dedo, não tem buraco nenhum lá. E William Branham disse: “Vê? Isso é o quanto que Deus precisa de você. Deus precisa de você o quanto você consegue fazer um buraco na água com seu dedo”.

Não somos nada, vê? E não só temos que ser humilde em verdade, porque quando o homem esquece essa humildade, e ele começa a olhar para seu próprio ego, para ele, no que ele faz, no que ele é, no que ele consegue, então Deus já não está na frente do trabalho, Deus já não está na frente desta pessoa, Deus já não pode usar. Lembra do livro “O Homem Enviado de Deus”, escrito por Gordon Lindsay? Gordon Lindsay, disse: “Dificuldade tem Deus de encontrar um homem e colocar sobre ele a Sua Palavra, Seus dons, e este homem permanecer humilde”. Porque sempre o homem quer então se destacar, se destacar.

Ora, não queira ser um destaque de forma nenhuma, não queira se destacar entre os outros, de forma nenhuma. Por mais que Deus te use, por mais que Deus esteja com você, faça como William Branham fez. Os escritores dizem que o irmão Branham era de uma forma que a pessoa, quando ia falar com ele, a mesma pessoa estando errada, mas a forma do irmão Branham mostrar a verdade para essa pessoa, mostrar o ponto de vista certo para essa pessoa, era como, era como se o irmão Branham estivesse errado e a pessoa certa, vê?

O irmão Branham se colocava como se ele fosse errado e a pessoa certa, até que a pessoa reconhecesse seu erro. Humildade em primeiro lugar. Paulo está dizendo: “Com toda a humildade”, vê? E só não ser humilde. Não é apenas ser humilde. Ele continua dizendo: “E mansos”. Você tem aí: “E mansidão”, não é? Humilde e manso. Já pensou você não ter essa, essa mansidão. A Bíblia diz que Moisés era manso, dos homens mais mansos da terra. Mas antes ele pegou um pelo pescoço e matou, não foi? Mas se tornou manso. Vê?

Essa mansidão, é um ser de paz aprazível. Vê? "Manso". E logo ele acrescenta a essa humildade e a mansidão: “Suportando-vos”. Veja, "Suportando-vos", e isso quer dizer: "Seja paciente", vê? Mostrando uma, é, é, mostrando uma humildade tal diante das coisas, diante das pessoas, diante de todos, suportando, mesmo quando as pessoas são, se tornam insuportáveis, mesmo quando seus atos são insuportáveis, suas palavras são insuportáveis, e você sabe que é porque elas são fracas. Elas não têm fortalecimento na fé, não tem fortalecimento no espírito, e somos ensinados a suportar, a vós que sois fortes, suportais os mais fracos”.

Veja. E, para poder eu ajudar vocês, para poder vocês me ajudarem, para que todos caminhemos a alcançar esta maturidade, nós temos que sermos humildes, humildes, reconhecer que ninguém é melhor que ninguém, ser manso, e suportar um ao outro, suportar. Tem pessoas que não suportam. “Ah, eu não gosto do fulano, porque ele ri de uma forma tão feia. Eu não gosto do ciclano, porque quando ele come, ele fica com a boca aberta. Eu não, não consigo ir na casa de fulano, porque ele já é desse e daquele jeito”. Não suporta essas fraquezas.

A pessoa em si, ela não sabe, ela não vê isto, vê? Ela não sabe que está na situação, ou não sabe que desagrada, é a forma dela, porque somos diferentes, cada um de nós, não somos pessoas únicas assim. Cada um de nós somos diferentes em nosso comportamento, em nossa forma de se comportar e tal. Claro, que o aprendizado vai nos moldando, não é? Nos moldando e vamos tirando mal costume de lado, porque tem coisas que já nem é da, da essência, do caráter da pessoa, são mal costume que pegamos mesmo por aí afora uns com os outros, com as pessoas, vê?

E com isso perdemos o desconfiômetro, o desconfiômetro quebra é um problema. Você não desconfia de nada, não é? Você tem que se tornar a pessoa que, que consiga pelo menos, ter noção das coisas, ter desconfiômetro, não é? Saber como entrar, saber como sair, ser discreto, ser discreto, ver as coisas rolando, acontecendo, e saber, e saber ficar quieto. Ah, como, está aqui eu conversando com o meu irmão, aí o celular dele toca, aí, aí: “Quem, quem foi? Quem foi? Quem foi?” Ah, se fosse para me saber, teria ligado para mim, não é? O que é que eu tenho a ver com a pessoa? Somos irmãos, somos amigos, mas isso não quer dizer que eu tenho que saber toda a sua vida, de forma nenhuma.

Então isso se chama, pessoas indiscretas. E pessoas indiscretas são insuportáveis, porque ninguém quer estar junto com uma pessoa indiscreta. Vê? E assim vai. Então essas coisas se chamam: suportar, entender isto, suportar isto e torcer para que as pessoas mudem, não é? Enquanto você as suporta. Porque talvez elas nem nos suportam também por causa dos nossos defeitos que temos e achamos que somos as melhores pessoas com quem conviver. Mas isso é o que achamos, porque ninguém olha para si mesmo e diz: "Eu não presto, eu sou uma má pessoa". Hã? Complicado. Ok.

Suportando-vos uns aos outros com longanimidade”, essa longanimidade nós poderíamos traduzir como paciência, que significa estar ao lado do outro, não é? Estar junto, caminhar junto com o outro. “Irmãos peregrinos nesta terra, vamos ser fortes nessa guerra, dai-me tua mão, vamos ao combate em oração”, e assim vai. "Suportando-vos aos outros com", ou, "em amor". Então, tem que ter amor para ver, para poder suportar. Senão, você não amar, você não vai suportar, pode ser a melhor pessoa do mundo.

Agora, isso tudo, esse suportar as pessoas com mansidão, humildade e tal e tal, tudo é com um propósito. Estamos em procura de algo. Observe, porque Paulo está nos escrevendo estas coisas. Olha, com humildade, viu? Seja humilde, suporte um ao outro com paciência, com longanimidade, em amor. Por quê, Paulo? Porque estamos buscando uma coisa. E você não quer só para você, porque eu já vos disse antes, que é, todos tem que chegar nesse patamar. Olha o versículo três.

Procurando guardar a unidade do Espírito, pelo vínculo da paz.

A procura é por isto, viu? "Unidade do Espírito". E para isto tem um vínculo, que é o vínculo da paz. Bem, e para encerrarmos, porque já estou com quanto tempo, gente? Bem, está na hora, está na, na época de parar, viu? De pararmos. Mas pense só um pouquinho aqui. Esse falar desta unidade do Espírito, porque Paulo está nos dizendo que temos que ser humildes, que ser mansos, vê? E desejando estar um com o outro em amor, para guardar a unidade do Espírito no vínculo da paz.

Então, ele fala da unidade do Espírito e logo fala do vínculo da paz. Em outras palavras, o vínculo da paz é a humildade, a longanimidade que ele já disse antes, vê? Por que o que é paz? contrário de guerra. E como pode você não suportar a outra pessoa e viver em paz com essa pessoa? Você sempre estará em guerra com ela, sempre estará em desarmonia, sempre estará em desacordo. Então observe, humildade, longanimidade e a capacidade que nós mostramos em nosso andar de acordo com a nossa vocação, que fomos chamados para nos manifestarmos na terra, como filhos e filhas de Deus, vê? Este é o vínculo.

O vínculo. E você sabe o que é o vínculo? O vínculo é o que une, é o que cola, é o que cola uma coisa com a outra. O vínculo mostra os dois lados e, mas é o que é o vínculo. Então você pega, passa bem direitinho o vínculo e mostra dois lados da manga e unidas pelo vínculo. O vínculo da paz, sem este vínculo, você não tem paz, você não se sente ligado nem a Deus, nem a seus irmãos, vê? E, se não estivermos na terra para fazer isto, para ajudar um ao outro a alcançar esta maturidade, a alcançar o conhecimento do Filho de Deus, então não estamos aqui cumprindo nosso papel como filho.

E se somos filhos, temos que assumir o nosso papel, temos que assumir a liderança, a liderança em ajudar a família e ir na frente, e aqueles que são mais fracos, ser suportado pelos mais fortes, e todos nós ajudemos um ao outro a alcançar a mesma estatura, a mesma medida, que é o mesmo conhecimento que o Filho de Deus tinha. Deus os abençoe. Vamos colocar de pé.

[IRMÃO VICENTE] - A simplicidade, ó Pai, a qual foi expressa essas palavras, e nós aqui dependemos do Senhor, para que assim possamos entender, oh Pai. O Senhor não depende de nós, o Senhor não depende do homem, mas o homem depende de Ti. E se há um povo carente, é este. Nós necessitamos que o nosso entendimento seja aberto, para compreender e entender uns aos outros e viver nesta união perfeita. O Senhor tem nos chamados para isso, como nós ouvimos, há um chamado. Que o Senhor nos ajude, oh Pai, a entender todos os itens, o qual o Senhor requer de nós. Por isso, Te pedimos, muito obrigado por tudo isso, Te damos graças por isto. E pedimos que a graça do Senhor continue sobre esse pequeno grupo na face da terra, em todo lugar, oh Pai, onde há um povo, onde há um povo faminto por ouvir a Palavra, por entender a Palavra.

Que o Senhor possa abrir o entendimento de cada um de Teus filhos, que a Palavra possa penetrar e a única que possa nos levar a reconhecer a nossa posição, a entender a Tua Palavra. Em nome de Jesus Cristo, abençoa esse ministério, ajude esse pastor, sua família e a sua congregação, oh Pai, todos teus filhos. Nós lembramos de cada um deles, mesmo não sabendo o nome, mas o Senhor conhece um por um. Por isso, nós Te damos graças e Te pedimos. Leva de volta o pastor e a sua família, os irmãos, José Mauro, Cido e sua família, todos sejam dirigido por Ti, Pai. E nós que estamos ficando aqui, que o Senhor possa ficar conosco. O Senhor está em todos os lugares, por isso nós cremos e Te agradecemos, no nome de Jesus Cristo. Amém e amém.

 

Fica conosco, nosso amado e bom Jesus.

Fica conosco, pelo seu imenso amor,

Como os discípulos pediram na aldeia de Emaús.

Fica conosco, nosso amado e bom Jesus.

 

Não pegou nenhuma nota boa não? Muito alto. Muito. Dá Dó para vê? Dó.

Dois discípulos, no caminho de Emaús,
Iam falando a respeito de Jesus;
Um viajante deles se aproximou.
Não perceberam que era o meigo Salvador.


Fica conosco nosso amado e bom Jesus!
fica conosco pelo seu imenso amor!
Como os discípulos te pediram,
Na aldeia de Emaús:
“Fica conosco nosso amado e bom Jesus!”

Eles falavam a respeito de Jesus,
Varão profeta que foi poderoso em obras
Diante de Deus e todo o povo. Aleluia!
Este Jesus ainda hoje nos conduz.

Estando à mesa tomando o pão abençoou
Partiu e deu, e eles então o reconheceram
Cheios de gozo em ver o filho de Deus,
No mesmo instante ele desapareceu.

 

Amém. Deus os guarde e até o próximo culto. Deus abençoe, irmão Vicente. Amém. Deus abençoe, fez boa viagem? Amém. Glória a Deus. Graças a Deus.

 

[FIM DA GRAVAÇÃO - ED.]

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TRANSCRITO POR: ELISANGELA FLORENCIO

DATA DA TRANSCRIÇÃO: 04/05/2026

DURAÇÃO DA GRAVAÇÃO: 01 HORA, 14 MINUTOS, 11 SEGUNDOS

Revisão em Maio de 2026